Governo de MS insere membro do Ministério Público em Comitê da Rota Bioceânica
O foco dos trabalhos são os corredores bioceânicos, em busca de potencialidades e alternativas aos entraves existentes.
Já faziam parte da composição de representantes do grupo a Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação); Seilog (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística); SES (Secretaria de Estado de Saúde) Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), SED (Secretaria de Estado de Educação), PGE (Procuradoria-Geral do Estado), Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Alems (Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul, UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), o Escritório Estadual de Relações Internacionais da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica, e a Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura).
Além disso, o grupo conta com representantes de entidades da sociedade civil. Participam Setlog-MS (Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística), Sebrae-MS (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Mato Grosso do Sul), Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul), Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Fecomércio (Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Mato Grosso do Sul), Faems (Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul), e OCB-MS (Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Mato Grosso do Sul).
Rota Bioceânica
Mato Grosso do Sul está no centro de uma obra ambiciosa para a logística e a integração comercial internacional: a Rota Bioceânica, também chamada de Bioceânica de Capricórnio. O corredor vai ligar o Brasil ao litoral do Pacífico, atravessando o Paraguai, a Argentina e o Chile.
A ponte do lado brasileiro encerrou 2025 com 80% de conclusão e previsão de entrega para o primeiro semestre de 2026. Mas, afinal, por que essa ponte representa uma mudança tão significativa para a economia do país, especialmente para Mato Grosso do Sul?
O corredor efetivamente reduzirá tempo e custo do transporte até os portos do Pacífico, além de beneficiar o agronegócio e o setor exportador.
A rota também reduzirá em até 17 dias o transporte Brasil-Ásia, consequentemente gerando economia no escoamento de produtos. Vale destacar que a China é um dos principais parceiros comerciais e grande importadora de carne produzida em Mato Grosso do Sul.
Para o Estado, a rota representa uma verdadeira transformação estrutural: corredores rodoviários aprimorados, acesso facilitado à logística internacional e um novo canal para exportações. Dessa forma, MS ganha competitividade para seus produtos, sobretudo carnes e commodities agropecuárias.
(MOPC Paraguay)
Midiamax
