Quatro são presos por ligação com execução de mulher encontrada no Inferninho
Não há detalhes do depoimento dos presos nem a motivação para o crime.
Conforme apurado pela equipe de reportagem, uma das hipóteses é que os suspeitos sabiam que a vítima era agiota. Assim, teriam armado uma emboscada para roubar o dinheiro dela.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, o Corpo de Bombeiros foi acionado para o local e constatou o óbito da vítima, que estava na beira da estrada e com uma perfuração na cabeça, de tiro. Giovana, que possui uma tatuagem na costela com a frase “que seja infinito tudo aquilo que nos faz bem”, estava de short e uma blusa cobria o seu tronco.
Diante da situação, a PM (Polícia Militar), a Polícia Civil e a Perícia foram acionadas. Como não havia sangue no local, há indícios de que o crime aconteceu em outro lugar e o corpo foi desovado às margens da estrada.
Após a identificação de Giovana, a Polícia Civil constatou que uma amiga da vítima havia informado que ela estava desaparecida desde a noite de 23 de março. Isso teria contribuído para a localização do veículo, no Jardim Colúmbia, região norte de Campo Grande.
O caso, que começou sendo investigado pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), passou a ser investigado como homicídio simples; portanto, ficou a cargo da DHPP (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios e de Proteção à Pessoa).
(Reprodução, Redes Sociais)
Midiamax
