As apurações começaram após as fiscalizações de órgãos ambientais estaduais e federais, que identificaram o corte raso de vegetação nativa. Diante das irregularidades, foram lavrados autos de infração e aplicadas multas.
O Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) aplicou duas multas administrativas, nos valores de R$ 30 mil e R$ 55 mil, pela supressão de mais de 16 hectares de vegetação sem licença — incluindo áreas destinadas à Reserva Legal.
Além das multas, foram determinadas medidas como embargo das áreas e a obrigatoriedade de recuperação ambiental mediante projeto técnico.
Paralelamente, o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) identificou outro caso de desmatamento em Reserva Legal sem autorização — resultando em multa de R$ 35 mil, embargo e obrigação de recomposição da vegetação nativa.
As investigações apontam que o desmatamento ocorreu em área que deveria ser preservada, comprometendo a função ambiental da Reserva Legal, como o uso sustentável dos recursos naturais e a proteção da fauna e flora.
Também está sendo avaliado se há reincidência ou histórico de outras infrações na propriedade, bem como a adoção de medidas efetivas de recuperação.
(Reprodução, MPMS)
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