O movimento ocorre em unidades da Petrobras em todo o país e reúne trabalhadores que cobram o fim dos equacionamentos da Petros, a retomada de direitos e uma distribuição mais justa dos valores gerados, além da defesa de uma estatal forte e integrada.
De acordo com a FUP (Federação Única dos Petroleiros), a paralisação já atinge plataformas, refinarias, terminais, termelétricas, unidades de gás e outras instalações da empresa em vários estados.
Segundo a federação, mesmo com a adesão em todo o país, a Petrobras tem se recusado a negociar com os sindicatos.
Os sindicalistas denunciam retenção de trabalhadores grevistas nas plataformas e manipulação dos prestadores de serviço, na tentativa de enfraquecer o movimento paredista.
(Guilherme Weimann/Sindipetro Unificado)
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