Polícia Civil divulga lista de sete procurados por homicídios ligados a disputas entre facções em Maracaju
Delegacia divulgou fotos, nomes e apelidos dos investigados; informações sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser repassadas anonimamente pelo WhatsApp.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Maracaju, divulgou um cartaz com fotos e identificações de sete homens procurados pela Justiça e investigados por envolvimento em homicídios registrados no município. Conforme as informações divulgadas, os crimes estariam relacionados a disputas entre facções criminosas rivais na região.
A iniciativa busca ampliar a colaboração da população na localização dos investigados e contribuir com o trabalho das forças de segurança.
Confira a lista dos procurados
De acordo com a relação divulgada pela Polícia Civil, os sete homens são:
- Ismael Mendes dos Santos, conhecido como “Japa” ou “Chaves”, de 21 anos;
- João Victor de Jesus Ribeiro, conhecido como “Pé na Porta” ou “Visionário”, de 28 anos;
- André da Silva Quinhones, de 20 anos;
- Carlos Edson Paes, de 29 anos;
- Rafael de Souza Ribeiro, conhecido como “Rafinha”, de 25 anos;
- José Carlos da Silva Santos, conhecido como “Secretário”, de 27 anos;
- José Eduardo da Silva, conhecido como “Bodão” ou “Zinho”, de 29 anos.
Os nomes e apelidos constam no material divulgado pelas autoridades. Os homens são investigados por suspeita de participação em crimes de homicídio, e as apurações estão relacionadas a episódios de violência atribuídos à rivalidade entre grupos criminosos.
Polícia pede colaboração da população
A Polícia Civil reforça a importância da participação da comunidade para obter informações que possam ajudar a localizar os procurados. Qualquer informação relevante pode ser repassada diretamente à Delegacia de Polícia Civil de Maracaju.
Disque-Denúncia — telefone e WhatsApp: (67) 99663-3977.
Segundo as informações divulgadas, as denúncias podem ser feitas de forma anônima, com garantia de sigilo.
A orientação é que pessoas que tenham informações sobre o paradeiro dos investigados entrem em contato com a polícia, sem tentar abordá-los ou realizar qualquer tipo de intervenção por conta própria.
