“Está desde janeiro essa situação de atraso de salário. É um desgaste psicológico e físico de você trabalhar e não poder contar com o salário na data certa”, lamentou.
O presidente do Siems (Sindicato dos Trabalhadores da Enfermagem de Mato Grosso do Sul), Lázaro Santana, relatou que na terça-feira (7) — quinto dia útil de julho e data limite do prazo legal para pagamento do salário do trabalhador — a direção do hospital informou que iria atrasar a quitação da folha por conta de repasses públicos que não vieram.
Santana ainda aponta que a folha de pagamento depende desses repasses e apenas um não dá para quitar tudo.
A presidente da Santa Casa, Alir Terra, voltou a dizer que a instituição depende dos repasses públicos dos três entes: União, Estado e município. Ela lembra que os recursos federais são repassados para o município, que envia para o hospital.
“Se o governo federal não manda pro município, o que o município vai fazer? Fica de mãos atadas. Até agora não apareceu no site. Se o Governo do Estado não mandar pro município, o que o município faz? Então é um processo complicado. O problema é tripartite. O problema são os dois passos de um para o outro”, justificou.
Foto: Leonardo de França
Midiamax
