A afirmação foi feita durante fala sobre os conflitos indígenas registrados nos últimos dias no Estado. “Não há um palmo de terra no Mato Grosso do Sul onde o Estado não possa estar presente, garantindo a ordem, a institucionalidade e os direitos das pessoas”, disse Riedel.
O governador também comentou a fala do deputado – e ex-governador de MS -, Zeca do PT, de que os autores de episódio registrado no fim de semana, na Fazenda São Sebastião, em Sidrolândia, seriam ligados a políticos de direita.
“Ouvi alguém dizer que existe ‘índio de direita’ ou ‘índio de esquerda’. Eu digo: existe criminoso de direita e criminoso de esquerda. Crime é crime. Não interessa quem o pratique ou de que forma o faça”, declarou Riedel.
Ao comentar sobre o episódio ocorrido em Sidrolândia, Riedel classificou como “um ato direto de agressão e invasão de uma propriedade legalizada, com destruição de patrimônio privado e furto”, complementando que a polícia agiu para “restabelecer a ordem, recuperou os bens furtados e está encaminhando o indiciamento dos autores”.
Sobre a resolução para o conflito, Riedel disse que “o Estado atua para manter e garantir a ordem, ao mesmo tempo em que participa das discussões para a construção de um arcabouço legal definitivo sobre o tema”.
Então, o governador disse que a discussão fundiária é legítima. “Se arrasta há anos no Congresso Nacional. Há dificuldades para se encontrar uma solução definitiva. Existe discussão sobre PEC, questionamentos no STF, grupos de trabalho inconclusos. Essa é uma discussão legítima, mas não pode servir de motivo para a instalação da desordem”.
(Vinícios Araújo)
Midiamax
