O ex de Ely, naquele momento, chegou a ser conduzido para a sede da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) para prestar depoimento em termo próprio, sendo liberado na sequência. Também a hipótese de feminicídio inicialmente não havia sido descartada pela especializada que conduzia as investigações.
Assim, não foram encontrados vestígios de luta no interior do carro, lesões defensivas na vítima ou qualquer outra evidência que indicasse intervenção física do motorista.
“A perícia criminal concluiu, portanto, que a morte decorreu de ação exclusiva da própria vítima, não havendo elementos que autorizassem a atribuição de responsabilidade penal ao motorista”, diz trecho da nota.

Midiamax
