Polícia descarta feminicídio em morte de arquiteta que caiu do carro do ex na BR-163
A perícia criminal concluiu que a morte de Ely da Silva Quevedo, de 53 anos, não se trata de um caso de feminicídio. A arquiteta morreu no dia 13 de abril, após ser atropelada pela caminhonete que era conduzida pelo ex-marido no macroanel da BR-163, em Campo Grande.

O ex de Ely, naquele momento, chegou a ser conduzido para a sede da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) para prestar depoimento em termo próprio, sendo liberado na sequência. Também a hipótese de feminicídio inicialmente não havia sido descartada pela especializada que conduzia as investigações.

Assim, não foram encontrados vestígios de luta no interior do carro, lesões defensivas na vítima ou qualquer outra evidência que indicasse intervenção física do motorista.

“A perícia criminal concluiu, portanto, que a morte decorreu de ação exclusiva da própria vítima, não havendo elementos que autorizassem a atribuição de responsabilidade penal ao motorista”, diz trecho da nota.
Atropelamento
Midiamax

Siga nossa página no Instagram: instagram.com/plantaoregional

Siga nossa página no Facebook: fb.com/plantaoregionalms