Sesau investiga caso suspeito de mpox em Campo Grande

A Vigilância em Saúde e Ambiente da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) confirmou que há um caso suspeito de mpox em Campo Grande. O paciente está sob investigação, aguardando o resultado de exames laboratoriais para confirmar ou descartar a doença.

O Brasil entrou novamente em alerta para a doença, após o 1º caso confirmado do ano ser registrado em Porto Alegre na última terça-feira (17). Conforme o painel epidemiológico do Ministério da Saúde, atualmente há 46 casos confirmados, entre quadros leves e moderados, além de 98 em investigação. Contudo, não há óbitos confirmados. Em Mato Grosso do Sul, há dois casos suspeitos sendo investigados, incluindo o da Capital.

A mpox é uma doença causada pelo MPXV (mpox vírus), do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato.

Mpox em MS

Mato Grosso do Sul registrou 752 notificações da doença ao longo dos anos. Contudo, em 2025 foram 61 notificações de suspeita de casos no Estado.

Destes, 11 foram confirmados pela SES (Secretaria de Estado de Saúde). As confirmações ocorreram principalmente em faixa etária de 30 a 39 anos (54%). Entre 40 a 49 anos foram quatro casos confirmados, um único caso foi registrado na faixa dos 20 aos 29 anos.

Os dados são do Painel MAIS (Monitor de Apoio as Informações em Saúde) de Mato Grosso do Sul.

Caso confirmado no Brasil

Nesta terça-feira (17), a Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre confirmou o primeiro caso de Mpox de 2026. A cidade registrou 11 casos da doença em 2025.

A Vigilância afirma que a infecção detectada esta semana aconteceu fora do Rio Grande do Sul. A transmissão é feita a partir do contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias ou saliva de já infectados.

(Pixabay)

Midiamax

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