O esquadrão antibomba da Polícia Militar foi acionado para analisar os artefatos, em uma operação que durou cerca de 1h30 e interditou o terminal, causando transtornos no transporte público. Foi descoberto, após desarmar a bomba, que havia pedaços de azulejo nela, para causar maior poder de destruição caso ela fosse acionada.
Operação de Desarme

Os policiais chegaram ao local por volta das 16h e isolaram a área com apoio do Bope (Batalhão de Operações Especiais), da Polícia Civil e da Guarda Municipal. Os técnicos do esquadrão antibomba vestiram trajes especiais para analisar os artefatos e decidiram utilizar um canhão disruptor, um jato d’água de alta pressão que desarma explosivos sem os detonar.
Caos no Transporte Público

Enquanto a operação ocorria, os ônibus foram desviados para a Avenida Costa e Silva, que serviu como ponto de transbordo provisório. Passageiros foram orientados a aguardar do lado de fora do terminal, mas muitos motoristas, sem conhecimento da ameaça, tentaram acessar o local, gerando tumulto. Fiscais trabalharam para organizar o fluxo de veículos e pessoas durante a interdição.
Investigação em Andamento
A Polícia Civil já iniciou as investigações para identificar o barbudo que abandonou as sacolas. Até o momento, não há informações sobre motivações ou possíveis ligações do suspeito com grupos extremistas. As mensagens políticas deixadas nos pacotes estão sendo analisadas agora pelo Garras.
Após a confirmação de que não havia mais riscos, o terminal foi liberado. Qualquer situação suspeita deve ser comunicada imediatamente ao 190.
(Reprodução)
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