Francisco quase se engasgou com seu próprio vômito após uma crise respiratória no dia 28 de fevereiro, e “havia risco real de que ele não sobrevivesse”, disse Alfieri.
Os médicos tiveram que escolher entre parar os tratamentos e deixar o pontífice como estava, para ‘descansar em paz’, ou seguir em frente e aumentar os esforços com todos os medicamentos e terapias possíveis, correndo risco de danificar outros órgãos. Eles escolheram pela segunda opção e conseguiram fazer com que o Papa tivesse alta.
