‘Pato Donald’ trocou mensagens de dentro da Máxima com envolvido em morte de adolescentes
Depois da morte por engano dos adolescentes Aysla Carolina de Oliveira Neitzke e Silas Ortiz, ambos de 13 anos, no atentado que teria como alvo Pedro Henrique Silva Rodrigues, de um grupo rival, as investigações apontam que Kleverton Bibiano Apolinário, conhecido como ‘Pato Donald’ conversa com Nicollas Inácio Souza da Silva, na tentativa de livrá-lo de ser preso pelo crime.
Kleverton está encarcerado no Presídio de Segurança Máxima e de dentro da penitenciária mantinha conversas com seu grupo que gerenciava seus negócios ilícitos. Ele usava o codinome de Enzo no WhatsApp para a troca de mensagens. Nicollas era o ‘moleque’ de Kleverton a quem ele confiava os seus ‘corres’ no comércio de drogas.
Na mensagem enviada por Nicollas ao detento dizia: “Aqui ninguém vem, para casa que não vou. No cel do Jacaré tem o número da minha casa e eles podem ir lá”, falava. Em outro trecho da mensagem rastreada, Kleverton falava para Nicollas criar outro Facebook para conversar com ele.
As mensagens ainda traziam tratativas de como Nicollas poderia fugir para não ser preso pelo crime. “Vou mandar dinheiro, fica de boa, eu coloquei você nessa. Você é meu filho”, dizia ‘Pato Donald’ a Nicollas. O ‘moleque’ era tratado como filho por Kleverton, que havia confiado seus negócios ilícitos nas ruas da Capita
Prisões
Três envolvidos no crime foram presos no fim de semana por equipes do Garras, Batalhão de Choque e GOI, sendo um deles um motorista de aplicativo que ajudou na fuga depois dos assassinatos. Foram presos: Rafael Mendes de Souza, de 18 anos, conhecido como ‘Jacaré’, Nicollas Inácio Silva de Souza e Georges Edilton Dantas Gomes, de 40 anos. Kleverton Bibiano Apolinário já estava encarcerado na Máxima, onde foi cumprido mais um mandado de prisão contra ele.
João Vitor que estava foragido se apresentou junto de seu advogado nesta segunda-feira (6) à tarde na sede do Garras. O atentado que acabou na morte dos adolescentes teria como pano de fundo, a disputa pelo tráfico de drogas, na região do bairro Jardim das Hortênsias. ‘Pato Donald’ já comandaria a comercialização de drogas nas Moreninhas e estava expandindo os negócios dando início a uma guerra entre os grupos rivais.
Ainda de acordo com as investigações do Garras, a motivação para o crime seria uma disputa pelo tráfico de drogas na região. Houve um conflito pessoal entre ambos que acabou no planejamento da execução de Pedro Henrique.
Na noite de sexta-feira (3), dois homens em uma motocicleta foram até a Rua Flor de Maio, Jardim das Hortênsias, e efetuaram cerca de 14 disparos contra o alvo. Porém, os tiros atingiram os adolescentes Aysla e Silas, que tomavam tereré em frente de casa. O alvo, Pedro Henrique, ficou ferido na perna.
Após o crime, a dupla abandonou a moto – furtada no dia 8 de abril na região das Moreninhas –, e entraram em um carro de aplicativo. O motorista do veículo também foi preso e afirmou que fazia corridas particulares para um dos envolvidos.
Arma usada para matar adolescentes foi ‘arrumada’ de dentro da Máxima
As exe
Depois da morte por engano dos adolescentes Aysla Carolina de Oliveira Neitzke e Silas Ortiz, ambos de 13 anos, no atentado que teria como alvo Pedro Henrique Silva Rodrigues, de um grupo rival, as investigações apontam que Kleverton Bibiano Apolinário, conhecido como ‘Pato Donald’ conversa com Nicollas Inácio Souza da Silva, na tentativa de livrá-lo de ser preso pelo crime.
Kleverton está encarcerado no Presídio de Segurança Máxima e de dentro da penitenciária mantinha conversas com seu grupo que gerenciava seus negócios ilícitos. Ele usava o codinome de Enzo no WhatsApp para a troca de mensagens. Nicollas era o ‘moleque’ de Kleverton a quem ele confiava os seus ‘corres’ no comércio de drogas.
Na mensagem enviada por Nicollas ao detento dizia: “Aqui ninguém vem, para casa que não vou. No cel do Jacaré tem o número da minha casa e eles podem ir lá”, falava. Em outro trecho da mensagem rastreada, Kleverton falava para Nicollas criar outro Facebook para conversar com ele.
As mensagens ainda traziam tratativas de como Nicollas poderia fugir para não ser preso pelo crime. “Vou mandar dinheiro, fica de boa, eu coloquei você nessa. Você é meu filho”, dizia ‘Pato Donald’ a Nicollas. O ‘moleque’ era tratado como filho por Kleverton, que havia confiado seus negócios ilícitos nas ruas da Capital.
Três envolvidos no crime foram presos no fim de semana por equipes do Garras, Batalhão de Choque e GOI, sendo um deles um motorista de aplicativo que ajudou na fuga depois dos assassinatos. Foram presos: Rafael Mendes de Souza, de 18 anos, conhecido como ‘Jacaré’, Nicollas Inácio Silva de Souza e Georges Edilton Dantas Gomes, de 40 anos. Kleverton Bibiano Apolinário já estava encarcerado na Máxima, onde foi cumprido mais um mandado de prisão contra ele.
João Vitor que estava foragido se apresentou junto de seu advogado nesta segunda-feira (6) à tarde na sede do Garras. O atentado que acabou na morte dos adolescentes teria como pano de fundo, a disputa pelo tráfico de drogas, na região do bairro Jardim das Hortênsias. ‘Pato Donald’ já comandaria a comercialização de drogas nas Moreninhas e estava expandindo os negócios dando início a uma guerra entre os grupos rivais.
Ainda de acordo com as investigações do Garras, a motivação para o crime seria uma disputa pelo tráfico de drogas na região. Houve um conflito pessoal entre ambos que acabou no planejamento da execução de Pedro Henrique.
Na noite de sexta-feira (3), dois homens em uma motocicleta foram até a Rua Flor de Maio, Jardim das Hortênsias, e efetuaram cerca de 14 disparos contra o alvo. Porém, os tiros atingiram os adolescentes Aysla e Silas, que tomavam tereré em frente de casa. O alvo, Pedro Henrique, ficou ferido na perna.
Após o crime, a dupla abandonou a moto – furtada no dia 8 de abril na região das Moreninhas –, e entraram em um carro de aplicativo. O motorista do veículo também foi preso e afirmou que fazia corridas particulares para um dos envolvidos.
Arma usada para matar adolescentes foi ‘arrumada’ de dentro da Máxima
As execuções dos adolescentes chamaram a atenção para a guerra do tráfico de drogas em andamento nas ruas de Campo Grande. Além disso, revelam como o Presídio de Segurança Máxima da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) se tornou ‘escritório’ de onde traficantes comandam a bandidagem.
De acordo com o apurado pelo Jornal Midiamax, um detento do presídio de Segurança Máxima de Campo Grande estaria implicado no ‘fornecimento’ da pistola usada para matar Aysla e Silas no Jardim Hortência, no último dia 3.
Kleverton Bibiano Apolinário da Silva estaria por trás do acesso a pelo menos uma das armas usadas no crime. Além disso, de dentro da unidade da Agepen, o preso estaria ‘monitorando em tempo real’ os passos de policiais que atuam na elucidação do duplo assassinato.
No submundo do narcotráfico em Campo Grande, Kleverton é apontado como suposto chefe da venda de drogas na região das Moreninhas. No entanto, de dentro da cadeia, sob custódia e proteção oficial da Agepen, o detento estaria expandindo as atividades para outros bairros campo-grandenses.
Assim, estaria com bocas de fumo no bairro Aero Rancho e supostamente organizaria os comparsas para disputa pelo controle do território no Jardim das Hortênsias, onde uma execução por dívida de droga acabou na morte dos dois adolescentes que não tinham nada a ver com a guerra do tráfico.
A reportagem confirmou com documentos oficiais que Kleverton se encontra sob custódia na Segurança Máxima. Segundo servidores da unidade da Agepen, ele chegou a ser ouvido por policiais durante este fim de semana após flagrarem mensagens dele ‘orientando’ os investigados pela morte dos adolescentes.
“O presídio onde o detento está é de segurança máxima só no nome”, concordam servidores da segurança pública de Mato Grosso do Sul que falaram com a reportagem.
cuções dos adolescentes chamaram a atenção para a guerra do tráfico de drogas em andamento nas ruas de Campo Grande. Além disso, revelam como o Presídio de Segurança Máxima da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) se tornou ‘escritório’ de onde traficantes comandam a bandidagem.
De acordo com o apurado pelo Jornal Midiamax, um detento do presídio de Segurança Máxima de Campo Grande estaria implicado no ‘fornecimento’ da pistola usada para matar Aysla e Silas no Jardim Hortência, no último dia 3.
Kleverton Bibiano Apolinário da Silva estaria por trás do acesso a pelo menos uma das armas usadas no crime. Além disso, de dentro da unidade da Agepen, o preso estaria ‘monitorando em tempo real’ os passos de policiais que atuam na elucidação do duplo assassinato.
No submundo do narcotráfico em Campo Grande, Kleverton é apontado como suposto chefe da venda de drogas na região das Moreninhas. No entanto, de dentro da cadeia, sob custódia e proteção oficial da Agepen, o detento estaria expandindo as atividades para outros bairros campo-grandenses.
Assim, estaria com bocas de fumo no bairro Aero Rancho e supostamente organizaria os comparsas para disputa pelo controle do território no Jardim das Hortênsias, onde uma execução por dívida de droga acabou na morte dos dois adolescentes que não tinham nada a ver com a guerra do tráfico.
A reportagem confirmou com documentos oficiais que Kleverton se encontra sob custódia na Segurança Máxima. Segundo servidores da unidade da Agepen, ele chegou a ser ouvido por policiais durante este fim de semana após flagrarem mensagens dele ‘orientando’ os investigados pela morte dos adolescentes.
“O presídio onde o detento está é de segurança máxima só no nome”, concordam servidores da segurança pública de Mato Grosso do Sul que falaram com a reportagem.
Midiamax
Siga nossa página no Instagram: instagram.com/plantaoregional
Siga nossa página no Facebook: fb.com/plantaoregionalms
