Tereza Cristina sobre reunião com Alcolumbre para adiar PEC 6×1: Não decidimos nada

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A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou que a reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), terminou sem uma decisão sobre a reivindicação da oposição de que seja adiada a votação sobre a proposta de fim da escala 6×1. As declarações ocorreram na noite desta quarta-feira, 7, após os dois terem conversado no gabinete do presidente.

A jornalistas, Tereza afirmou que a proposta “não pode ser votada de afogadilho para ser eleitoreira”. A senadora também negou estar preocupada com eventual prejuízo eleitoral de Flávio “Acho que pode prejudicar o Brasil. Não estou preocupada com eleição. Eu acho que esse assunto é um assunto do Brasil. É que hoje a gente gosta de simplificar os assuntos. Esse assunto mexe com a vida das pessoas, com a economia do País.”

A parlamentar disse ainda que Alcolumbre indicou que “emendas vão ser feitas”. Ela defendeu melhorias no texto. “Na minha opinião, a PEC precisa ser melhorada, em alguns pontos, para alguns setores. A jornada, eu acho que está praticamente pacificada. Agora, a escala é um problema, porque nós temos segmentos da economia muito diferentes, que atuam de maneira diferente, e que vão ter, realmente, prejuízos”, disse.

Mais cedo, Alcolumbre disse que, se não houver um pedido formal de aceleração da proposta, vai seguir todo o trâmite previsto no regimento, que inclui a realização de cinco sessões de discussão para a primeira votação e de mais três discussões para a segunda votação. Em seguida, a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), disse que está recolhendo assinaturas para apresentar um requerimento de calendário especial.

O campo governista atua para que a votação da PEC ocorra na próxima quarta-feira, dia 14 de outubro, em dois turnos. No entanto, a data ainda está incerta. Perguntado por jornalistas, Alcolumbre não cravou o dia em que a matéria vai ser apreciada.

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