Os três estados apresentaram aumento no período de 2020 a 2025. São Paulo passou de 83.074 para 150.958 pessoas, o Rio de Janeiro de 23.433 para 33.656 e Minas Gerais de 14.304 para 33.139.
Outro destaque negativo é Roraima, cujos registros saltaram de 2.537 para 10.520, o que destoou do padrão de estabilidade dos estados menores.
Um dos fatores que mais contribuíram para o pico na Região Norte foi a multiplicação de casos entre 2022 e 2025 no estado, puxada pela ampliação em sua capital, Boa Vista. Lá, a quantidade variou de 2.484 para 10.497.
No Ceará, a capital Fortaleza concentra parte significativa da população que vive nessas condições no estado – 11.349 pessoas de um total de 14.171. No Rio de Janeiro, a proporção é de 69,6%, contra 67,2% em São Paulo e 46,6% em Minas Gerais.
Os estados enquadrados na classificação de gravidade intermediária são Santa Catarina, Roraima, Pernambuco, Goiás, Espírito Santo, Pará, Mato Grosso e Amazonas, além do Distrito Federal. Os cinco com indicadores menos preocupantes são Amapá, Acre, Tocantins, Rondônia e Piauí.
