Gasolina e etanol seguem estáveis, enquanto diesel continua subindo em MS

Os preços dos combustíveis tiveram mudanças discretas ao longo das últimas semanas em Mato Grosso do Sul. Enquanto a gasolina e o etanol registraram apenas pequenas oscilações, o diesel continuou subindo.

A pesquisa realizada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) entre os dias 1º e 7 de março, mostra que o preço médio do etanol era de R$ 4,26, enquanto a gasolina custava R$ 6,06 e o diesel R$ 5,98. Já na semana seguinte, de 8 a 14 de março, o etanol permaneceu estável em R$ 4,26, a gasolina subiu para R$ 6,18 e o diesel avançou para média de R$ 6,33.

Entre os dias 15 e 21 de março, os valores continuaram em alta: o etanol passou para R$ 4,34, a gasolina para R$ 6,30 e o diesel chegou a R$ 6,79. Na semana de 22 a 28 de março, o movimento se manteve, com o etanol em R$ 4,44, a gasolina em R$ 6,51 e o diesel em R$ 7,11.

Já no levantamento mais recente, realizado entre 29 de março e 4 de abril, o etanol se manteve em R$ 4,44, a gasolina teve leve variação para R$ 6,52, e o diesel subiu para R$ 7,18, aumento de 7 centavos em relação à semana anterior.

A elevação nos preços, no caso do diesel, tem relação direta com o cenário externo. A guerra no Oriente Médio tem impulsionado a cotação do barril do petróleo tipo Brent, referência global para o mercado.

No dia 14 de março, a Petrobras anunciou reajuste no preço do diesel vendido às distribuidoras. Segundo a estatal, o último ajuste de redução havia ocorrido em 6 de maio de 2025, há 311 dias. Já o último aumento tinha sido em 1º de fevereiro de 2025, 400 dias atrás.

Medidas – No dia 12 de março, o Governo Federal anunciou que zerou o PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) do preço do diesel para conter a alta do combustível, diante da oscilação do mercado internacional.

O Governo de Mato Grosso do Sul anunciou que irá reduzir o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do diesel pelo período de 2 meses para tentar frear a alta. A medida vai impactar em R$ 60 milhões aos cofres públicos.

Campo grande News

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