Apesar de Mato Grosso do Sul não estar no radar do ciclone, a frente fria associada à ele tende a gerar instabilidades no estado. Vinicius Sperling, meteorologista do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) explica que, entre as possíveis alterações, está a maior possibilidade de chuvas.
Além de aumentar a chance de chuvas, o fenômeno também deve torná-las mais intensas e generalizadas. Assim, o especialista destaca que a ocorrência pode contribuir para melhorar o índice de acumulados em janeiro que, até o momento, permanece abaixo da média.
