O Portal Metrópoles informou que o resort Tayayá, da família do magistrado, foi comprado por advogado que trabalha na J&F, para os irmãos Joesley e Wesley Batista.
Em um período de dois meses, Paulo Humberto Barbosa comprou todas as cotas do empreendimento no Paraná. O resort estava nas mãos de dois irmãos e de um primo de Toffoli. Logo, em abril de 2025, o advogado se torna o único dono do Tayayá.
A questão é que a compra foi feita por meio de fundo de investimento administrado pela Reag, financeira investigada no escândalo do Master.
Em 2023, por exemplo, Toffoli suspendeu pagamento de multa de R$ 10,3 bilhões prevista em acordo de leniência firmado pela J&F com o MPF.
Apesar de nunca ter integrado o quadro de sócios do resort, o ministro era frequentador assíduo do empreendimento. Inclusive, a imprensa noticiou que em uma ocasião, Toffoli foi ao local no avião de Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, investigado por integrar esquema de evasão fiscal e combustível adulterado envolvendo o PCC.
A JBS escreveu em nota que “o escritório do advogado mencionado defendeu a empresa em ações no estado de Goiás. Nem a Companhia nem os acionistas possuem qualquer relação com as empresas citadas ou com qualquer outro negócio do advogado”.
(Divulgação, STF)
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