“Nossa missão é fomentar a reaproximação entre Brasil e Estados Unidos. Não cabe ao senado negociar, mas sim buscar o clima de entendimento para proteger os brasileiros, pois as tarifas irão prejudicar todos, sem exceção. O presidente Lula deveria ligar sim para o presidente Trump, aliás, já passou da hora. O Brasil não pode ser regido pelo populismo e da vaidade de quem governa”, disse a senadora em uma rede social.
Além de Tereza, mais sete senadores fazem parte da comitiva que está realizando reuniões nos EUA. Apesar de ser ‘braço direito’ e ex-ministra de Bolsonaro, nem a presença dela no grupo que está em solo americano barrou a ‘missão’ de ser alvo de críticas.
“Eu trabalho para que eles não encontrem diálogo, porque sei que, vindo desse tipo de pessoa, só haverá acordos daquele tipo meio-termo, que não é nem certo, nem errado”, disse o filho 03 de Bolsonaro.
Na semana em que deve haver a validação do tarifaço de 50% em cima de produtos brasileiros, imposto pelos Estados Unidos, o presidente Lula pediu que o mandatário Donald Trump “reflita a importância do Brasil”.
“Eu espero que o presidente dos Estados Unidos reflita a importância do Brasil e resolva fazer o que num mundo civilizado a gente faz: tem divergência? Senta numa mesa, coloca a divergência de lado e vamos resolver, e não de uma forma abrupta, individual, de tomar a decisão que vai taxar o Brasil em 50%”, disse Lula, durante a inauguração da Usina Termelétrica GNA II, no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ).
Para o presidente brasileiro, a imposição de tarifas é culpa de Eduardo Bolsonaro, que está nos EUA desde março, e do ex-presidente Jair Bolsonaro.
(Reprodução, redes sociais Tereza Cristina)
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