Cia de Dança do Ventre de Maracaju conquista segundo lugar em Festival em Jardim
Na noite de sábado, 29 de junho de 2025, a Cia de Dança do Ventre By Vitória Matos, representando Maracaju, brilhou durante o Festival Florescer em Jardim. O grupo conquistou a medalha de 2º lugar na categoria adulta, e a jovem promissora Maria Isabela garantiu também o 2º lugar na categoria mirim.
Sob a supervisão da professora Vitória Matos, participaram da apresentação as dançarinas Paula Cossetin, Luz Maria Gomes, Ana Gabrielle Amaral, Rosimar Salviano, Angelina Beatriz, Nathalia Xavier, Roséleia Atalaia e Rosimar Lope. Todas expressaram em cena não apenas técnica, mas emoção, força e alegria.
Vitória destacou o espírito do grupo: “Que orgulho dessas mulheres lindas, empoderadas e animadas. A dança não tem idade, você tem que se sentir bem e feliz”. Ela reforçou que o foco da companhia não é o corpo perfeito, mas sim autoestima, valorização pessoal e saúde emocional – conquistas alcançadas graças à prática da dança do ventre.
A dança do ventre como ferramenta de empoderamento
A dança do ventre vai além da estética: é um instrumento de autodescoberta, empoderamento e resgate da feminilidade em diferentes fases da vida. Segundo matéria da ASSIST RJ, ela eleva a autoestima, desbloqueia energias, alivia o stress e promove integração social. Outro portal evidencia que a dança proporciona revitalização, dignidade e melhor funcionamento dos órgãos internos.
Essa prática milenar verdadeira dá às mulheres a oportunidade de celebrar seus corpos e sensações, fortalecendo o sentimento de pertencimento e confiança corporal, conforme destaca o site Ser Em Movimento.
Inclusividade e autoestima sem barreiras etárias
Um dos valores centrais da Cia de Maracaju e de muitas escolas de dança do ventre é a inclusão de mulheres de todas as idades, sem foco em corpos idealizados. A atividade é recomendada desde a juventude até a terceira idade, podendo ser adaptada a diferentes níveis físicos, inclusive com restrições médicas.
Vitória Matos resume bem: a dança não busca o corpo perfeito, mas sim uma forma de cada mulher se sentir bem e feliz consigo mesma, continuamente motivada pela comunidade que constrói.
A performance da Cia de Dança do Ventre By Vitória Matos em Jardim representa mais que um troféu: é um símbolo do papel transformador da dança do ventre na saúde física, equilíbrio emocional, autoestima e empoderamento feminino. Mulheres como Paula, Luz Maria, Ana Gabrielle, Rosimar Salviano, Angelina, Nathalia, Roséleia e Rosimar Lope sobem ao palco para reafirmar que a dança é, acima de tudo, uma celebração do amor próprio e da aceitação.
A viagem contou com o apoio da Prefeitura de Maracaju por meio da Secretaria de Assistência Social e a Cia de Dança do Ventre agradece o apoio do Vereador Nego do Povo e o Projeto Viva Vida.
Benefícios reconhecidos pela ciência e práticas globais
Diversos estudos comprovam os múltiplos efeitos da dança do ventre:
- Corpo e músculos: tonifica abdômen, pernas e costas, melhora postura, equilíbrio, flexibilidade e mobilidade articular.
- Saúde física: atua como exercício cardiovascular leve a moderado, beneficiando o coração, estimulando circulação e auxiliando na digestão.
- Saúde mental: alivia depressão, ansiedade e stress por estimular a liberação de endorfinas e serotonina.
- Imagem corporal e autoestima: um estudo australiano revelou melhora na autoimagem de bailarinas de belly dance frente a não praticantes, por fomentar foco na vivência corporal ao invés de padrões estéticos rígidos.
- Empoderamento: pesquisas apontam que a prática promove autoaceitação, confiança e sensação de pertencimento em mulheres de diferentes idades.
- Por Ben Hur Salomão Teixeira
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