“Hoje está sendo analisada uma incorporação na fusão com o MDB, com o Republicanos e com o PSDB. É uma novidade. Teríamos um candidato a presidente da República, que seria o Tarcísio”, afirmou Corrêa.
A definição sobre a fusão precisa ocorrer até o fim de setembro, um ano antes do pleito, como determina a legislação eleitoral. Contudo, se individualmente não estiverem satisfeitos com os rumos tomados pela sigla, os parlamentares terão até 30 de março de 2026 — a chamada janela partidária — para decidir se permanecem ou não no novo ninho.
“O governador Eduardo Riedel e o ex-governador Reinaldo Azambuja vão fazer o que for melhor para o partido”, pontuou.
O deputado também destacou a mudança na regra do jogo: cada coligação poderá lançar no máximo 25 candidatos proporcionais, o que tem acirrado os debates sobre a composição de chapas.
“Quando os partidos se juntam, vai diminuindo o número de candidatos. Então, qual o melhor caminho? Três chapas proporcionais? Quatro? Está tudo em discussão”, explicou.
Com 44 prefeitos filiados no estado, o PSDB ainda demonstra força local, mas o cenário de incertezas nacionais pressiona por definições. Corrêa evitou cravar sua permanência no partido, mas frisou que as decisões dependerão da posição das lideranças e do alinhamento com o projeto do grupo político.
“A gente tem líder e tem um projeto político. Vamos jogar conforme o que for melhor para eleger o nosso governador e participar de um projeto nacional que faça sentido para o Estado”, finalizou.
Para Paulo Corrêa, o xadrez eleitoral deve começar a se definir a partir de setembro, mas só ganhará contornos definitivos em março de 2026.
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