O  Fundo Clima (Fundo Nacional sobre Mudança do Clima), a linha de crédito criada pelo Governo Federal destinada a empresas, governos e projetos que atuem na descarbonização, deve desembolsar R$ 32,1 bilhões até 2026, com destaque para projetos de energia e transporte limpo. Os recursos vão beneficiar diretamente os estados participantes do Consórcio Brasil Verde, como Mato Grosso do Sul.

A projeção foi apresentada na manhã desta quarta-feira (10), no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no Rio de Janeiro, durante reunião com governadores do Consórcio Brasil Verde.

O Fundo Clima

Criado em 2009, o Fundo Clima atua em dois componentes: uma parte não reembolsável, administrada pelo MMA (Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima), a partir de recursos advindos do orçamento primário, e uma parte de financiamento, administrada pelo BNDES, com taxas diferenciadas.

Com o Novo Fundo Clima, o Tesouro Nacional passa a assumir o custo ou ganho decorrente da variação cambial, e repassará seu custo de captação externa ao fundo.

Atualmente, o fundo oferece “R$ 10,4 bilhões, com uma taxa de juros que vai de 1% para florestas a 8% para energia, uma média de 6,15%”, detalha o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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(Foto: Governo da Paraíba).