Governo estuda proposta de geração e venda de carbono em agricultura familiar
Na busca por se tornar um Estado pioneiro na integração da agricultura familiar com a produção sustentável e a certificação de créditos de carbono, Mato Grosso do Sul deu um passo significativo nesta semana.
Na terça-feira (11), foi realizada uma reunião por videoconferência entre o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), representantes da APOMS (Associação de Produtores Orgânicos de Mato Grosso do Sul), da Fundação Rabobank, do Banco Rabobank e da Acorn, parceiros do projeto. O encontro resultou no avanço das tratativas para formalizar um acordo de cooperação.
A Fundação Rabobank, sediada na Holanda e atuante em âmbito mundial, desempenha um papel essencial nessa parceria, impulsionando o mercado voluntário de carbono de alta integridade. Como parte do projeto, a Fundação Rabobank está envolvida nos trâmites de mensuração, certificação e aquisição dos créditos de carbono fixados.
De acordo com o secretário da Semadesc, Jaime Verruck, a reunião ocorrida na terça-feira (11) teve avanços significativos. “Nós tivemos mais uma reunião, avançamos no projeto e agora nós já estamos prontos para fazer um acordo de cooperação envolvendo a APOMS, Fundação Rabobank e a Semadesc, para que efetivamente a gente comece a desenvolver essas atividades em direção à geração de créditos de carbono através de sistemas agroflorestais”.

Metas – A meta para os próximos cinco anos é incluir 800 produtores, com uma área média de 2,5 hectares por produtor, totalizando 2 mil hectares, dentro da abrangência da APOMS. A associação está coordenando e levantando esses produtores.
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