Tempestade deixa rastro de destruição no MS

Por José Roberto dos Santos

Uma tempestade de areia trazida por ventos de quase 100 quilômetros por hora deixou um rastro de destruição por todo o Mato Grosso do Sul. O temporal, que pegou todo mundo de surpresa, veio seguido de chuvas e queda de granizo em diversos bairros de Campo Grande, foi registrado em praticamente todos os municípios do Estado.

Foram 4 mil imóveis afetados pela falta de energia, causando congestionamento em todas as linhas de comunicação da Energisa, que não tem previsão de quanto tempo vai levar para regularizar o fornecimento geral. Mato Grosso do Sul já vinha desde quarta-feira sendo duramente castigado por descargas elétricas calculadas em 1,1 milhão pela concessionária de energia, além de fortes chuvas e temporais com ventos.

Queda de árvores, de energia, redução do abastecimento de água, além de prejuízos materiais fazem parte de uma contabilidade que o Estado vai demorar para fechar. Só em Campo Grande, antes do final da tarde o balanço indicava que pelo menos 150 árvores haviam caído sobre carros, casas e nas ruas.

Sem energia, os semáforos na Capital entraram em pane e o trânsito transformou-se num caos generalizado. Só na Avenida Afonso Pena, uma das principais vias da cidade, quatro árvores interromperam o tráfego no sentido centro-bairro. Uma árvore gigantesca caiu sobre um veículo estacionado na Avenida Bandeirantes com uma jovem dentro e que aguardava a mãe sair das compras. O Corpo de Bombeiros precisou ser acionado para fazer o resgate

Árvore cai sobre veículo e adolescente fica presa durante meia hora à espera de socorro

A Prefeitura de Campo Grande disponibilizou o telefone 156 para atendimento das ocorrências. Em entrevista, o prefeito Marquinhos Trad classificou a tempestade como “o pior temporal de 100 anos” na cidade.

Na Capital, os hospitais Santa Casa e El Kadri precisaram acionar geradores para não deixar pacientes sem atendimento ou tratamento. A tempestade que atingiu Campo Grande na tarde desta sexta-feira (15) provocou estragos também no drive-thru do Parque Ayrton Senna, que é um dos polos de vacinação contra a covid-19. Apesar da ventania, a imunização não foi interrompida.

Árvore cai sobre veículo e adolescente fica presa durante meia hora à espera de socorro

A Prefeitura de Campo Grande disponibilizou o telefone 156 para atendimento das ocorrências. Em entrevista, o prefeito Marquinhos Trad classificou a tempestade como “o pior temporal de 100 anos” na cidade.

Na Capital, os hospitais Santa Casa e El Kadri precisaram acionar geradores para não deixar pacientes sem atendimento ou tratamento. A tempestade que atingiu Campo Grande na tarde desta sexta-feira (15) provocou estragos também no drive-thru do Parque Ayrton Senna, que é um dos polos de vacinação contra a covid-19. Apesar da ventania, a imunização não foi interrompida.

Em Campo Grande 154 árvores foram arrancadas pelos ventos; em Dourados são cerca de 120

Pelo interior – Prejuízos semelhantes aos da Capital foram registrados nas mais diversas regiões do Estado. Em Ponta Porã, região Sul, desde o início da tarde forte vendaval destelhou casas, derrubou árvores e fachadas de lojas, colocando a cidade em alerta laranja pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

O mesmo aconteceu em Dourados, cidade próxima. Só o Corpo de Bombeiros recebeu pelo menos 120 chamadas só de queda de árvores em vários pontos, levando a Prefeitura a decretar estado de emergência.

Em Corumbá, cidade do Pantanal fronteira com a Bolívia, uma chalana naufragou no Rio Paraguai com 21 pessoas, envolvendo equipes de mergulhadores e do resgate do Corpo de Bombeiros nas buscas de 7 desaparecidos.

Fonte: Campo Grande News

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