Serial killer acusado de matar Sul-mato-grossense é preso em Curitiba

Foi preso na manhã deste sábado, dia 29 de maio, José Tiago Correia Soroka, de 33 anos, acusado do latrocínio do campo-grandense Marcos Vinício Bozzana da Fonseca, de 25 anos, ocorrido na cidade de Curitiba, capital do estado do Paraná. A vítima foi encontrada morta no dia 05 de maio e outros casos semelhantes foram relacionados, apontando José como possível serial killer.

A prisão aconteceu em Curitiba, no Capão Raso. De acordo com a delegada Camila Cecconello, da DHPP (Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa), a polícia recebeu a informação da localização de José Tiago na noite de sexta-feira (28). Ele estava em uma pensão e o local passou a ser monitorado.

Nesta manhã, foi feita a prisão mediante cumprimento de mandado. Conforme o site Banda B, o criminoso será interrogado e depois será concedida uma coletiva de imprensa.

Serial killer

Conforme a polícia, foram três latrocínios contra homossexuais cometidos entre os dias 16 e 4 de maio em Curitiba. A princípio, foi falado em um serial killer que estaria marcando encontro com as vítimas por meio de um aplicativo de paquera.

Também foram vítimas de José David Júnior Alves Levisio, no dia 27 de abril, em Curitiba, e Robson Olivino Paim, em 16 de abril, em Abelardo da Luz (SC). Ainda no dia 11 de maio, ele teria tentado matar mais um homossexual, no bairro Bigorrilho, em Curitiba. Na ocasião, a vítima conseguiu resistir ao ataque, mas teve alguns bens roubados.

A partir da vítima que conseguiu escapar, José foi identificado. As três vítimas eram homossexuais e moravam sozinhas. Os três homens foram encontrados mortos na cama de suas residências com sinais de asfixia e tiveram pertencentes subtraídos.

De acordo com as investigações, o suspeito marcava os encontros por aplicativos de relacionamento entre homossexuais. Em um primeiro momento, o indivíduo trocava fotos com as vítimas e depois ia até a residência. Na casa das vítimas, ele as estrangulava e depois do sufocamento as cobria com cobertas.

Inicialmente os casos foram tratados como homicídio, porém foram identificados pertences subtraídos dos locais.

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