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Com banco internacional, Reinaldo Azambuja discute projetos de desenvolvimento para MS

O governador Reinaldo Azambuja e o presidente do Banco de Desenvolvimento Fonplata (Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata), Juan Notaro, se reuniram virtualmente nesta terça-feira (30) para discutir projetos de desenvolvimento em Mato Grosso do Sul.

Com obras financiadas nas prefeituras de Ponta Porã e Corumbá, o Banco de Desenvolvimento poderá firmar contratos com o Governo do Estado neste ano, depois que Mato Grosso do Sul recuperar a capacidade fiscal e ficar apto a contratar operações de crédito.

Um dos projetos que podem ser financiados em MS é a pavimentação da rodovia Sul-Fronteira, que margeia o Estado na linha Brasil-Paraguai, ligando o distrito de Sanga Puitã, em Ponta Porã, até Mundo Novo, passando por Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Paranhos e Sete Quedas.

Segundo o governador Reinaldo Azambuja, trechos de pavimentação da rodovia já estão em andamento com recursos estaduais e federais. Entretanto, um aporte financeiro para concluir o asfaltamento de 280 quilômetros da Sul-Fronteira pode ser contratado junto ao Fonplata.

“O Fonplata é uma instituição multilateral importante para o desenvolvimento dos países da Bacia do Prata. As obras financiadas por eles levam qualidade de vida à população. Por isso, queremos fortalecer nossa parceria institucional”, destacou o governador.

O secretário estadual de Infraestrutura, Eduardo Riedel, acompanhou a reunião e pontuou que Mato Grosso do Sul trata de novas possibilidades e parcerias, visando a execução de obras estruturantes que gerem o desenvolvimento e a integração regional.

“Vamos discutir o assunto e caminhar no desenvolvimento para toda a região que integra Brasil, Paraguai e Bolívia. A Rota Bioceânica já é algo concreto, e que do lado paraguaio tem financiamento do Fonplata, e nós estamos discutindo possibilidades para o Mato Grosso do Sul”.

Projetos em MS

Formado pela Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai, o Fonplata apoia projetos de integração nos países-membros a partir de empréstimos ao setor público. Em MS, a instituição já financiou o programa de recuperação do Córrego Imbirussu, em Campo Grande, e a construção da ponte sobre o Rio Paraguai, em Corumbá.

Atualmente, o banco executa dois programas de desenvolvimento no Estado: um de U$ 25 mil em Ponta Porã, que toca obras que vão por fim a 19 pontos de alagamentos na cidade; e outro de U$ 40 mil em Corumbá, cujas obras vão resolver problemas socioambientais e de urbanização.

A instituição também financia obras de infraestrutura do lado paraguaio da Rota Bioceânica, que vão impactar diretamente o desenvolvimento do Centro-Oeste brasileiro, já que o novo caminho rodoviário vai encurtar a viagem do Brasil até a Ásia, principal mercado consumidor da região.

No site do banco, o presidente Notaro defende que o desenvolvimento pela inclusão tem que chegar a áreas mais isoladas e de menor desenvolvimento relativo, que geralmente estão nas fronteiras dos países-membros (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai).

O prefeito de Ponta Porã, Hélio Peluffo, também participou das tratativas.

Bruno Chaves, Subcom

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