MS registra 8 casos confirmados de chikungunya e tem 43 casos em investigação

Mato Grosso do Sul já registra 8 casos confirmados de chikungunya, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que também é transmissor da dengue e zika. O Boletim Epidemiológico da SES (Secretaria Estadual de Saúde), 43 notificações suspeitas foram registradas de janeiro a esta quarta-feira (3).

O balanço aponta que todos os novos casos confirmados são do interior do Estado: Bonito (2), Nioaque (2), Aparecida do Taboado, Camapuã, São Gabriel do Oeste, e Ladário registraram um caso cada. Nenhum óbito em decorrência da doença ainda foi notificado pela secretaria.

No ano passado, O Estado registrou casos em 75 moradores, a maior parte em Dourados, com 47 confirmações, em seguida Campo Grande (13), Corumbá (4), Anaurilândia (3), e Bonito, Guia Lopes da Laguna, Maracaju, Laguna Caarapã, Amambai, Rochedo, Três Lagoas, Ivinhema e Amambai, um em cada.

A doença pode evoluir em três fases: febril ou aguda, pós-aguda e crônica. Aguda em os sintomas têm duração de 5 a 14 dias. Fase pós-aguda, que tem um curso de até 3 meses. Nos casos que os sintomas persistirem por mais de 3 meses, após o início da doença, é considerado a fase crônica. Em mais de 50% dos casos, a artralgia torna-se crônica, podendo persistir por anos.

Os métodos de prevenção são semelhantes aos cuidados para dengue, evitando água parada em objetos de armazenamento, limpeza de quintais e manter bebedouros, como de animais ou vasos de plantas, limpos.
Midiamax

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