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Morto em motim no Paraguai cumpria pena por assassinar filho de 5 anos

Julio César Gonzáles Cáceres, de 40 anos, foi um dos 7 executados durante motim na Penitenciária Nacional de Tacumbú, em Assunção, capital do Paraguai. Ele cumpria pena de 27 anos de prisão por ter assassinado o filho de 5 anos, crime cometido em março de 2015.

Além de Julio, outros 6 detentos também foram encontrados mortos após o motim, mas equipes fazem uma varredura pelos pavilhões, em buscas de outros corpos. Julio foi condenado em 2018, pelo assassinato do próprio filho, de 5 anos. Ele teria cometido o crime para ameaçar a mãe da criança, de quem havia se separado.

O menino foi encontrado morto em 18 de março em uma estrada. Julio foi preso aproximadamente duas semanas depois em Buenos Aires, na Argentina, por agentes da Interpol. A mãe do menino afirmou na época que o ex-marido ameaçava matar a criança e cometeu o crime na primeira vez em que teve permissão para levar o filho para passar o fim de semana.
Conforme o ABC Color, Roberto Ríos, outro preso identificado, tinha 54 anos e foi condenado por homicídios e roubos. Ele teria matado um advogado e ainda sequestrado, assassinado e queimado um oficial alfandegário.

Ainda foram identificados os outros 5 mortos como Carlos Raúl Casco Rojas, de 25 anos, Fernando Ortiz Echeverría, 27 anos, Julio César Shareamm Barrios, 31 anos, e Alcides Ramón González, de 26 anos. O motim ocorreu na terça-feira (16), após a transferência de preso ligado ao PCC (Primeiro Comando da Capital.

A princípio os detentos teriam se rebelado após um plano de fuga, que teria sido arquitetado por este preso, ser descoberto.
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