Venda de vacina falsa por ambulantes deixa MS em alerta

Anúncios falsos na internet e até a venda por ambulantes no Paraná, deixaram as autoridades de Mato Grosso do Sul em alerta em relação a comercialização da vacina contra a covid-19. O Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor) lembrou que o acesso a imunizantes é exclusivo dos órgãos governamentais.

De acordo com flagrantes, ficou constatada divulgação, pela internet,  de doses  da  CoronaVac  disponíveis para  venda, além da possibilidade de aquisição por meio de ambulantes. O Paraná é um desses estados onde  estaria ocorrendo a fraude.

“A realidade é que, até o momento, o acesso às vacinas é exclusivo dos órgãos governamentais. E além disso, não há quantidade suficiente para atender à população”, comenta o superintendente do Procon Estadual, Marcelo Salomão.

Apesar de ainda não se ter conhecimento de fraudes no Estado é necessário que a população esteja atenta. Nenhum estabelecimento comercial – farmácias ou clínicas – possuem o produto para venda. E, ainda, “qualquer anúncio que seja veiculado é  fraude. A população não pode  se deixar levar pelo desespero e adquirir pretensas vacinas”, alerta Marcelo Salomão.

Apesar de insuficientes,  as  vacinas que chegaram ao Estado e foram encaminhadas aos município são de inteira responsabilidade do governo, por meio da Secretaria de Estado de Saúde.  Não existe,  sob qualquer hipótese,  a possibilidade  de  comercialização. Qualquer anúncio se trata de fraude.

No último domingo, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso emergencial de 6 milhões de doses da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantã.

Para o Estado, foram encaminhadas 158 mil doses para ser aplicadas em cerca de 210 mil pessoas do grupo risco, nesta primeira fases. São trabalhadores de saúde, pessoas idosas residentes em instituições de longa permanência; pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência, de residências inclusivas (institucionalizadas); e população indígena aldeada serão os primeiros a receber o imunizantes.

Ao todo 890,5 mil pessoas compõem o grupo de risco no Estado.

Campo Grande News

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